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DepoimentosPor que os Seminários são tão importantes para o judiciário?

A Importância dos Seminários

  • Ministro Vitor Nunes Leal
    Supremo Tribunal Federal

    "Decerto essa delicada tarefa de julgar não é um trabalho mecânico. Valemo-nos de nossa formação profissional e da observação da realidade, social e política."

  • Ministro João Otávio de Noronha
    Corregedor Geral da Justiça Federal
    Superior Tribunal de Justiça

    "As reuniões da Magistratura com os vários setores da economia, nas quais se expõem atividades e se desenvolvem debates abertos e francos, tem propiciado aos magistrados a aquisição de conhecimentos a respeito de múltiplos aspectos que envolvem questões que enfrentam, favorecendo a correta aplicação do direito."

  • Ministro Sidnei Beneti,
    Superior Tribunal de Justiça
    Ex-presidente da União Intern. de Magistrados

    "Por intermédio das parcerias atinge-se um objetivo maior que vem dos trabalhos conjuntos, os quais levam a que os juízes participantes dos eventos venham a tomar contato formal ou informal das peculiaridades dos setores da sociedade brasileira, conhecendo áreas, problemas que, provavelmente, não viriam jamais na escrita fria dos processos."

  • Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira
    Superior Tribunal de Justiça
    Diretor da ENM (por 5 gestões)
    Idealizador da ENFAM - STJ e da EJEF - TJMG

    Os magistrados estão cada vez mais preocupados em não prejudicar o desenvolvimento dos setores produtivos, e dessa forma, contribuir para o crescimento econômico e social do País. Para tanto estão abertos ao diálogo com os representantes desses setores, com absoluta abertura e transparência.

    O Juiz brasileiro - e esta é uma grata realidade - está pronto a compartilhar a sua visão do mundo com profissionais de distinta formação, na certeza de que será intercomplementar a resolução dos desafios contemporâneos.

    A magistratura tem confiança em que o estabelecimento de parcerias poderá contribuir para a saudável conquista de um mais elevado grau de desenvolvimento nacional.

  • Desembargador Antonio Rulli Junior
    Presidente do COPEDEM - Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais de Magistratura

    Os seminários acadêmicos do COPEDEM objetivam oferecer à magistratura conhecimentos atualizados sobre a realidade dos vários setores de atividades, em seus aspectos jurídicos, econômicos e sociais, contribuindo para uma melhor aplicação do Direito em seus votos e sentenças.

    Para que possam transmitir aos magistrados informações criteriosas e de grande credibilidade, são cuidadosamente selecionados expositores que ocupam as mais elevadas posições em seus setores de atividades e que vivenciam, na prática, as matérias que expõem.

    A difusão desses valiosos conhecimentos se faz através da edição de Anais dos Encontros, sob a forma de livros, que são distribuídos a todos os Ministros e Desembargadores estaduais e federais do país. A crescente demanda pelos Anais dos seminários realizados, atestam a eficácia desses eventos para enriquecer a cultura geral da magistratura brasileira.

  • Desembargador Marcus Faver
    Presidente do Colégio de Presidentes
    de Tribunais de Justiça

    Os membros do Colégio e da magistratura brasileira, que adquiriu elevada estatura têm, todavia, consciência que lhes está destinada uma missão maior, que é a de buscar, através de suas criteriosas decisões, a melhoria e o crescimento integral da sociedade, com o necessário estreitamento das relações públicas e privadas e entre empresas estatais e particulares, todos envolvidos no processo de desenvolvimento nacional.

    Para responder à altura a esses propósitos, resolvendo as solicitações chegadas ao Judiciário, com técnica, justiça e decisões proferidas em tempo razoável, abarcando as mais diversas questões como energia, transportes, telecomunicações, finanças, agricultura, indústria, entre outras, o Ministro Sálvio de Figueiredo foi o precursor de notáveis encontros , direcionando o Judiciário para conhecer e debater os vários aspectos das transformações que os setores sociais e da economia sofreram nas últimas décadas.

    O Judiciário é chamado a resolver questões, cuja realidade não conhece inteiramente, por isso quer e precisa ouvir as empresas e entidades que estão envolvidas na execução de programas de desenvolvimento

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